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domingo, 16 de julho de 2017

Lula posta vídeo com a legenda: "Menos ódio, mais amor"

Lula disse neste domingo (16), em vídeo postado em sua conta no Facebook, que quer dedicar o resto de sua vida para provar que o País pode ser diferente e que a situação sócio-econômica dos brasileiros pode mudar. Com o título "Menos ódio, mais amor. É essa a sociedade que quero ajudar a construir", o ex-presidente criticou o atual governo e o Congresso Nacional que, segundo ele, "está desmontando as conquistas dos trabalhadores". 

"As pessoas no Brasil hoje estão com a autoestima baixa porque a economia está muito ruim, há uma desagregação do ânimo da sociedade por conta do desemprego. Nós temos um governo que não representa absolutamente nada. Temos um Congresso desacreditado, que está desmontando conquistas dos trabalhadores nos últimos anos."

Lula afirmou que sentiu prazer em viver no Pais num momento de maior autoestima do povo.
"As pessoas acreditavam, sonhavam, tinham emprego, queriam estudar. Tudo isso foi possível criar e agora nada parece ser possível. Nós precisamos voltar a ter autoestima, acreditar no País, acreditar no potencial do Brasil, acreditar que é possível um Brasil ser diferente. Tenho consciência de que o Brasil, se governado por alguém que goste do povo, que conviva com o povo, que ouça o povo, pode melhorar. É nisso que eu acredito e quero dedicar o resto de tempo que tenho na minha vida para provar que estas coisas podem acontecer e que o Brasil poderá ser diferente", afirmou.

Ao término do vídeo, Lula enfatizou que o Brasil precisa de menos ódio, mais paz, de mais tolerância, de menos preconceito e mais compreensão.

Atualmente, Lula responde a cinco ações penais na justiça - rês delas apresentadas pela força-tarefa da Operação Lava Jato no MPF (Ministério Público Federal) do Paraná.
Outra ação penal corre por conta de investigações na Operação Zelotes, e a última, pela Operação Janus. Três processos correm no Distrito Federal e dois em Curitiba. Em outra esfera, o ex-presidente também é investigado pela PF (Polícia Federal).

Fonte: R7 


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